Kalambaka – Meteora

Nossa primeira noite na Grécia foi em Kalambaka, uma cidade que fica ao lado de Meteoras, onde há vários monastérios de monges ortodoxos Gregos. Na ida a Kalambaka passamos por um monastério, um dos poucos que restaram após a segunda guerra, por que os Alemães achavam que o exército grego estava escondido dentro dos monastérios, hoje em dia, em Meteoras sobraram apenas 6 monastérios. Os monges dos monastérios que vivem lá, nunca mais saem de lá vivem a vida toda em função do monastério. A visita ao monastério foi bem legal, a vista lá de cima é espetacular, é muito alto mesmo e as rochas onde os monastérios foram construídos deixam as paisagens incríveis. Nosso guia Nikos, novamente fez mais uma surpresa a todos, e deu uma dose de Ouzo (a bebida dos Deuses – quase igual a cachaça :)) a todos. Após seguimos até ao nosso hotel, em Kalambaka, a cidade era muito mais do que esperávamos. Era muito turística, muitas pessoas nas ruas, muitos restaurantes, ruas bonitas e o hotel muito bom e com piscina, depois de um dia todo a 35º C, era tudo o que a gente queria. A noite foi mais legal ainda, o jantar era incluso na nossa estadia, e foi o melhor jantar que tivemos na Europa, tinha várias coisas deliciosas, vários pratos típicos, até tinham mexilhões com peixe, comemos demais :D. Depois fomos passear pela cidade e procurar um wifi, o hotel não tinha wifi grátis, achamos fácil pertinho do hotel.

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Ancona – Igoumenitsa

Ancona (Itália) foi o porto de saída da Itália e Igoumenitsa (Grécia) foi a cidade por onde entramos na Grécia, não conhecemos somente o porto, não havia tempo para visitar as cidades. Nosso guia Nikos, deu um presente a todos, aos homens, um chaveiro e as mulheres um colar, todos com uma pedra vulcânica de Santorini, segundo o guia os gregos têm esse costume de presentear as pessoas e ele falou que a partir daquele momento a gente era na família dele. Bem legal.

Ioannina

Ioannina foi nosso primeiro contato com a cultura grega. Fomos até lá para almoçar numa ilha, pegamos um barquinho e paramos em uma ilha sem carros e com vários restaurantes. Lá experimentamos a sobremesa tradicional grega, baclava, algo bem doce com castanhas, é bom. Depois fomos comer, haviam muitos restaurantes com um aquário na frente com peixes, sapos, lagostins, que são usados nos pratos, quando você pergunta sobre os pratos eles mostram os animais vivos para você. Comemos uma recomendação no nosso guia Nikos, comemos uma salada tradicional grega, com tomates, pepinos, alface e queijo Feta (queijo de cabra) e como prato principal comemos uma truta no prato com batatas e arroz, tudo muito bom e barato – na Grécia os preços são bem mais justos que nos outros lugares que visitamos e o melhor, a comida é mais gostosa.

Loreto

Em Loreto conhecemos a Santa Casa onde há a casa da Virgem Maria, que segundo a tradição foi transportada para lá na idade média, a casa fica no meia da basílica, e podemos até entrar dentro da casa onde sempre há algumas pessoas rezando e há um altar bem bonito com a imagem de nossa senhora.

Almoçamos por lá uma pizza, que foi a melhor que experimentamos na Itália, mas não achamos nenhuma muito boa na verdade. Tentamos encontrar um mercado na região para comprar alguma coisa para comer no dia seguinte, por que estávamos indo a Grécia em um cruzeiro que não havia café da manhã, mas não encontramos nenhum mercado próximo. Saímos de Loreto as 14:00 para o porto de Ancona onde pegaríamos o cruzeiro para Atenas.